FLÁVIO ANDRADE, VAGO, 2017

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Flávio Andrade

Vago

Fotografia e texto: Flávio Andrade / Edição, conceito e design: Fábio Miguel Roque

The Unknown Books / 2017

Português e inglês / 14,9 x 21,0 cm / 44 págs. não numeradas

Brochura / 50 ex., numerados e assinados pelo autor. Inclui CD com som original, de  JIBOIA – Óscar Silva, Ricardo Martins e André Pinto, elaborado para o projecto.

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“Vago” é um conjunto de autorretratos, realizados em Polaroid (página impar), apresentados paralelamente, em página completa (par) de um detalhe ampliado da imagem. O retrato é indefinido, vago, difuso. Mais que o rosto ou o olhar, são sentimentos, emoções, atitudes, que são transmitidas.

Sobre “Vago” escreve o autor:

São auto-retratos este “Vago”, numa desconstrução do definido e focado, nesta impressão/emoção. Há muito que procurava este momento de reflexão sobre o movimento e a incerteza. A pesquisa deste tempo, de uma interioridade pictórica pela imperfeição e materialidade do suporte. Ou seja um lugar incomum, vago e íntimo. Sendo um instantâneo analógico, com uma visualização quase imediata (alguns minutos) o que me satisfaz, permite e mantém a reflexão/maturação do corpo fotográfico, algo inexistente na fotografia digital pela sua imaterialidade.

Projecto em película a preto e branco instantânea – Impossible, para a câmara SX-70 da Polaroid.”

Sobre a exposição realizada, refere:

As imagens finais são o resultado da digitalização dos originais. Com dimensões mínimas de 1.10 m, podendo ir até 2.00 m, impressas em Papel Fine Art Photo Smooth, sem suporte. Este projecto será acompanhado de uma instalação com som original (JIBOIA – [Óscar Silva, Ricardo Martins, André Pinto]) feito para o projecto e uma instalação video. Os originais também serão expostos.”

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Flávio Andrade, Vago, 2017

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Flávio Andrade (Moita, 1964) é formado em Fotografia pelo Ar.co (1998) – Centro de Arte e Comunicação Visual.

Como artista visual dedica-se exclusivamente à realização de projectos pessoais tendo como suporte a fotografia e o video. Expõe com regularidade.

É formador no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), onde lecciona cursos de fotografia e fotojornalismo.

Colaborou na área do fotojornalismo durante vários anos para várias instituições, jornais e entidades públicas e privadas, tanto nacionais como estrangeiras onde ainda mantém ligação.

Entre 2003 e 2013 foi professor assistente na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde co-leccionou a cadeira de Teoria e Prática da Fotografia, no Curso de Comunicação Social e Cultural.

As suas fotografias fazem parte de colecções públicas e privadas em Portugal, (Instantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes, Duna Parque Hotel Group, Junta de Freguesia de Pinhal Novo, Museu de Fotografia de Braga, Museu de Jesus de Setúbal, Museu do Trabalho Michel Giacometti de Setúbal).

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Pode conhecer mais sobre o autor aqui.

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