ANTÓNIO BRACONS, PINHAL, PAIÃ, ODIVELAS, 2016
As raízes dos pinheiros aprofundam-se, agarrando a árvore, mas algumas espalham-se em redor, à superfície, em linhas, arabescos, traços salientes entre a terra e a vegetação.… Continuar a ler
As raízes dos pinheiros aprofundam-se, agarrando a árvore, mas algumas espalham-se em redor, à superfície, em linhas, arabescos, traços salientes entre a terra e a vegetação.… Continuar a ler
Valter Vinagre Animais de estimação. Pets Fotografia: Valter Vinagre / Texto: Valter Vinagre, Sérgio Gomes Lisboa: Kameraphoto / Fevereiro . 2013 Português e inglês / 23,9 x 24,1 cm /… Continuar a ler
Junto à Frente Ribeirinha, no passeio que se desenvolve junto às piscinas, um conjunto de árvores foram “vestidas”, no âmbito das Festas da Cidade. Diferentes instituições e… Continuar a ler
Tornar-se apóstolo. De Beiza (720 m), descemos a Vidania (497 m), a sua igreja de fachada austera e uma casa brazonada. Subimos por Etola-Valera (650 m), subindo ainda… Continuar a ler
Ser companheiro. Saímos de Tolosa (74 m), acompanhando o Rio Oria até Anoeta, subimos em direção a Alkiza (330 m) e prosseguimos até ao Col. de… Continuar a ler
Ser discípulo. Partimos de Xavier de autocarro, cerca de 100 Km, até Lizartza (140 m), a partir daí prosseguimos a caminhada. Três dias pela província de Guipuzcoa, até… Continuar a ler
Viver na luz e reler. Saímos de Lumbier (450 m), iniciamos a subida da Serra de Leyre ou de Errando (920 m), que atravessamos. Muito verde, algumas… Continuar a ler
Abrir o meu olhar e o meu coração. Saímos de Abaurrea Alta (1.050 m), prosseguindo pelo Planalto de Areta (1.140 m). Uma paragem junto a um ribeiro… Continuar a ler
As tuas obras são belas… Acordar próximo de Burguete (900 m), em campo aberto. Ao fundo, uma névoa sobre a floresta. O caminho começa por uma… Continuar a ler
Deixar por… Saída de Lourdes de autocarro, atravessar a fronteira em Arnéguy, entrar em Espanha, seguir até Col. de Ibañeta. Uma caminhada entre serras e natureza, pelo… Continuar a ler
Início da Primavera. No quintal da casa dos meus pais, uma ameixieira está repleta de flor. As flores pequenas, brancas, despontam entre o verde da folhagem, luminosas… Continuar a ler
As formas da natureza são sublimes, na sua variedade, delicadeza, expressão… . . .
Caminhar pelo pinhal. Ver a beleza e diversidade da natureza. A cor, o movimento, a luz. Vejo as árvores, o chão, e caminho.
Caminhar pelo pinhal. Ver a diversidade e a beleza da natureza. A cor, o movimento, a luz. É aparente a confusão dos emaranhados de ramos. … Continuar a ler
Caminhar pelo pinhal é muito agradável. A variedade e a riqueza da natureza. A beleza e diversidade. A cor, o movimento, a luz. Os troncos elevam as copas,… Continuar a ler
Caminhar pelo pinhal é muito agradável. Ver a variedade e a riqueza da natureza. A beleza e diversidade. A cor, o movimento, a luz. Detenho-me nos troncos,… Continuar a ler
Caminhar pelo pinhal é muito agradável. Ver a variedade e a riqueza da natureza. Prossigo o meu caminho, olho os troncos das árvores que crescem. … Continuar a ler
O pinhal, desde que há memória, sempre teve uma presença dominante em Portugal. Vastas extensões de território abrigam pinhais, sobretudo de pinheiro bravo: quer as encostas das… Continuar a ler
Delicadas flores estendem-se dos agressivos picos dos catos… A natureza tem, na sua economia, a beleza aliada à defesa e à proteção natural. Desenvolve-se com uma sabedoria única.
De novo na Estufa Fria, a riqueza de tons, de cores, da forma e da vida que as plantas tomam. A natureza em toda a sua exuberância!