PAULA PRETO, COM AS IMAGENS BONITAS DO QUE DESAPARECEU
Exposição integrada na Bienal’25 de Fotografia do Porto, patente na Térmita, de 15 de maio a 29 de junho de 2025.
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Com As Imagens Bonitas do que Desapareceu sublinha a urgência da presença, do sentido de comunidade e da pertença com a natureza. A partir de um laboratório colaborativo em co-criação com a artista Paula Preto, um grupo jovens do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Ajuda resgatam o brincar, a curiosidade e a imaginação como forças coletivas para pensar a mudança e a transição para um futuro sustentável.
Este trabalho foi desenvolvido durante o ano 2024, no âmbito do Clima Emocional, um projecto de criação e educação a partir da linguagem fotográfica com foco na ecologia dos sentimentos e das emoções, que integra o programa de mediação de públicos da Bienal’25 Fotografia do Porto.
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Paula Preto, Com as Imagens Bonitas do que Desapareceu
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A exposição de Paula Preto, “Com as Imagens Bonitas do que Desapareceu”, integrada na Bienal’25 de Fotografia do Porto, está patente na Térmita, no Largo de Mompilher 5, no Porto, de 15 de maio a 29 de junho de 2025, terça a domingo, das 10:00 às 17:30.
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Foi realizado em cocriação com Alicia Rodrigues, David Silva, Igor Monteiro, Leonor Pina, Miriam Gonçalves, Nicole Saraiva, Yuri Santos.
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Paula Preto é fotógrafa e arte educadora residente no Porto. É formada em Fotografia e Cinema, com mestrado em Arte e Educação.
A fotografia começou por ser uma forma de memorizar o que a memória não conseguia, passou a ser objeto de estudo desde 1999 no Instituto Português de Fotografia e na Escola Superior de Música Artes e Espetáculo na licenciatura em TCAV onde desenvolveu trabalho em Cinema. Realizou o primeiro filme documental “Reservado” em 2008 .
Ocupou uma pequena sala na Fábrica da Rua da Alegria até 2016, enquanto, fotografava para companhias de teatro no Porto e colaborava em projetos de participação comunitária.
Neste percurso a ligação ao ensino esteve sempre presente com a orientação de disciplinas no IPF Porto e na ESMAE. Nesta ligação nasce o questionamento sobre a Arte, sobre o Ensino, sobre a Educação, sobre a Imagem. Criou a marca e projeto Olhó Passarinho e voltou à pesquisa no Mestrado em Arte e Educação na Universidade Aberta sobre a Ação Gravar Territórios.
Continuou a experimentar e a questionar, por vezes desanimada com o “Mundo de Pernas para o Ar”, por vezes entusiasmada com a possibilidade de o poder virar ao contrário…
É com este entusiasmo que colabora com o serviço Educativo do Museu do Douro na pesquisa sobre o território na zona demarcada do Douro, integra o coletivo Espaço Invisível, continua a experimentar sobre a imagem na pesquisa Gravar Territórios [www.gravarterritórios.com] e Lugar Real Imaginado, colabora com a Ready Mind [www.readymind.eu] na criação de projeto ligados à arte e sustentabilidade e partilha todas estas ideias no espaço OCO.
Atualmente encontra-se a desenvolver o projeto Daqui, uma escuta sobre a migração em Trás os Montes.
Interessam-lhe os lugares, os encontros, as ideias…
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Pode conhecer melhor a obra de Paula Preto no seu website, aqui.
Sobre a Bienal de Fotografia do Porto, a Agenda no FF, aqui, outras exposições aqui; no site da BFP, aqui.
Outras exposições de outros anos do Ci.CLO – Bienal de Fotografia do Porto, no FF, aqui.
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