ANDRÉ RODRIGUES, PONTO DE CHEGADA

Exposição integrada no MFA – Mostra de Fotografia & Autores, patente no Mercado de Arroios, Rua Ângela Pinto 40D, em Lisboa, de 02 a 30 de novembro de 2024.

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O Mercado é, por natureza, um local de passagem, de encontro. Vai-se ao mercado fazer as compras, nas bancadas dos legumes, da fruta, do peixe ou da carne, dos queijos, do pão e dos bolos… Nos espaços de restauração envolvente podemo-nos demorar num café ou numa refeição, sozinhos, em família ou com amigos.

Trazer um conjunto de exposições para o Mercado é dar-lhes uma visibilidade que de outro modo não teriam. É levá-las até um público – o que naturalmente vai ao Mercado – e a outro público que, por lá estar a exposição, vai ao Mercado e, quiçá, fará também algumas compras.

O Mercado de Arroios, luminoso e agradável, foi inaugurado oficialmente a 28 de fevereiro de 1942, e no final da década de 80, classificado como edifício de interesse cultural, foi reestruturado em 2015.

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“Ponto de Chegada”, de André Rodrigues, debruça-se sobre a vida dos imigrantes e da exploração agrícola intensiva no litoral alentejano; é o resultado de residência artística realizada no concelho de Lagoa em 2020.

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André Rodrigues, Ponto de chegada

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António Bracons, Aspetos da exposição, 2024

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A exposição de André Rodrigues, “Ponto de chegada”, integrada no MFA – Mostra de Fotografia & Autores, organizada pela Associação CC11, está patente no Mercado de Arroios, na Rua Ângela Pinto 40D, em Lisboa, de 02 a 30 de novembro de 2024.

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No Mercado de Arroios estão patentes as exposições: PONTO DE CHEGADA, de André Rodrigues, sobre a vida dos imigrantes e da exploração agrícola intensiva no litoral alentejano; bem como o resultado das residências artísticas realizadas no concelho de Lagoa em 2020, FILHOS DO SOL – A BUSCA DO IDÍLICO, de Augusto Brázio, que nos mostra o Algarve como um território de sazonalidade em que o habitante é o turista que se auto isola numa bolha de ilusória felicidade; PARAÍSO, de Lara Jacinto, um projecto que se centra nos migrantes que trabalham na actividade turística; PROSPECTUS, de Paulo Catrica, uma série sobre paisagem e arquitectura, que reflecte formas de habitar neste território; CORAÇÕES AO ALTO, de Valter Vinagre, que documenta credos e confissões religiosas que coexistem pacificamente em Lagoa.

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Pode ver a agenda das exposições MFA – Mostra de Fotografia & Autores, Lisboa 2025, no FF, aqui.

Pode ver sobre a série FILHOS DO SOL – A BUSCA DO IDÍLICO, de Augusto Brázio, aqui; CORAÇÕES AO ALTO, de Valter Vinagre, aqui, e no âmbito de outras apresentações, as séries PARAÍSO, de Lara Jacinto, aqui e PROSPECTUS, de Paulo Catrica, aqui.

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