GUILHERME MARANHÃO, TRAVESSIA, 2015
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Guilherme Maranhão
Travessia
Fotografia e texto: Guilherme Maranhão
Edição do Autor / 2015
Português / 21 x 21 cm / 72 páginas
Capa dura
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O livro traz uma sequência das 63 imagens que narram de maneira poética os últimos 20 anos de pesquisas do artista. As imagens foram feitas em 2011, com um material contaminado que posteriormente foi editado e escaneado nos anos seguintes. As imagens estão divididas em 3 capítulos: explorações, descobertas e enigmas que permanecem. Cada capítulo tem 21 imagens e são separados apenas por uma página preta.
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Guilherme Maranhão, Travessia, 2015
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Sobre si, Guilherme Maranhão diz:
Nasci em 1975, no Rio de Janeiro. Atuei em São Paulo até 2018 e em 2019 me mudei para a Europa. Sou artista visual. Publiquei o livro Travessia (2015) e o livro Anotações de um Fotógrafo Experimental (2022). Também colaboro com o FotoPlusTV e fui apresentador do programa Foco Crítico e organizador da FRoFA. A seguir uma lista mais completa das coisas que eu fiz nesse tempo todo:
Bacharel em Fotografia pelo Centro Universitário Senac, SENAC/SP, Brasil.
Colaborador de O Estado de S. Paulo, Folha de São Paulo, Revista Globo Rural, Jornal Valor Econômico, entre outros.Sócio na D+G Soluções Fotográficas que atua no mercado de fotografia social, especializada em casamentos e na Saudades Edições Fotográficas uma galeria online de fotografia de viagem.
Apresentador do Foco Crítico entre 2015 e 2017 um programa de entrevistas ao vivo com fotógrafos totalizando 90 transmissões.
Trabalhei com reprodução de fotografias em filme diapositivo em 1993. Em 1998 tive a oportunidade de reproduzir o Códice Costa Matoso de 1749 para a que a Fundação João Pinheiros de Minas Gerais pudesse fazer um livro sobre essa obra em 1999.
Comecei a trabalhar com escaneamento de fotografias em 1995, tive a oportunidade de trabalhar com diversos tipos de tecnologia desde então. Operei um pequeno ateliê com scanners Screen e ICG, tanto de cilindro como planos. Também utilizei câmeras digitais para fazer as capturas. Atendi diversos artistas tais como Edith Derdyk, Ana Teixeira e Cleiri Cardoso além de editoras e instituições. Em um projeto para a artista Iara Freiberg, transformei negativos coloridos 35mm em painéis de 4×6 metros que integraram a exposição Nenhum Lugar na Funarte de São Paulo. Outros projetos mais recentes de reprodução incluem o Acervo Gilda e Antonio Candido Mello e Souza (IEB/Itau Cultural) e a Beinal Naif (SescSP).Organizei e conduzi diversas oficinas, workshops e apresentações artísticas. (…)
No meu trabalho artístico eu olho para a impermanência do digital e do analógico. Centrei minha pesquisa na busca de imagens fotográficas que exploram o acaso por meio de intervenções em seu processo de formação e da subversão das ferramentas produzidas pela indústria. Realizei exposições individuais no Itaú Cultural e na Casa da Imagem, em São Paulo, no Ateliê da Imagem, no Rio de Janeiro e na Gallery 44, em Toronto. Entre outras exposições coletivas, participei da Desidentidad no IVAM, em Valencia, Geração 00, no Sesc Belenzinho e Elogio da Vertigem, na MEP, Paris. Recebi os prêmios (…) Porto Seguro de Fotografia 2007 (Pesquisas Contemporâneas), com “Pluracidades” e Marc Ferrez Funarte 2014, com “Travessia”.
Em Portugal, onde reside há alguns anos, desenvolveu, entre outros, o projeto “Fotografia Portuguesa” (aqui), no qual entrevista fotógrafos portugueses. O seu blogue é Refotografia (link abaixo).
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Pode conhecer mais sobre a obra de Guilherme Maranhão, no FF, aqui e no seu blogue, Refotografia, aqui.
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