ANTÓNIO BRACONS, LUZ. FELIZ NATAL!
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Como nos outros anos, faz parte da época natalícia um passeio em família pela cidade e até ao Chiado e à Baixa, para ver a iluminação de Natal.
A propósito da Luz, as luzes.
Acendem-se a marcar caminhos, a assinalar espaços, a trazer-nos a memória de um tempo especial, diferente, único, que se renova todos os anos; “cada Natal é, de facto, uma oportunidade, e deixa-nos uma graça, na nossa vida.”, cito o Cardeal José Tolentino Mendonça.
Para tocar “o que há de mais profundo em nós, na nossa humanidade, há só uma linguagem que é capaz de ser relevante, de tocar mesmo no fundo: é a linguagem dos símbolos. Um símbolo vale por mil palavras. Este gesto de partilhar uma luz que veio de tão longe, do lugar onde o próprio Jesus nasceu, é alguma coisa que as palavras não dizem, e é este propagar, no fundo, de uma mensagem, de uma palavra de esperança – de uma luz que se acende na noite, tantas vezes, das nossas vidas, dos nossos corações, dos nossos dilemas -, que o Natal quer representar.”, diz referindo-se à Luz da Paz de Belém, mas o seu sentido não se perde nestas luzes que se acendem em cada cidade, vila, aldeia.
“O Natal é um dom que nos é oferecido, é uma luz que se acende. A grande pergunta é: o que é que eu vou iluminar com esta luz? Por que é que esta luz se acendeu? O que é que eu posso fazer? Essa é, no fundo, a verdadeira pergunta natalícia.”
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Um Santo e Feliz Natal!
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António Bracons, Lisboa, Natal de 2022
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Pode ler ou ouvir a entrevista do Cardeal José Tolentino Mendonça, «Cada um de nós é personagem do presépio», aqui.
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