NUNO MIGUEL ANDRADE, MIGUEL RODRIGUES E FERNANDO BRITO, A INVENÇÃO DA AMNÉSIA
Exposição no Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT, na Casa dos Cubos, de 19.06 a 28.08.2021.
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A Invenção da Amnésia é um projeto coletivo multimédia, que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito de uma residência artística em torno do traçado da Estrada Nacional 10, entre Santarém e Almada. O projeto tem um núcleo central de quatro artistas, Fernando Brito (Vídeo), Miguel Rodrigues (Fotografia e instalação), Nuno Andrade (Fotografia) e Renato Japi (Escultura), dos quais apenas os 3 primeiros representam esta proposta artística na exposição na Casa dos Cubos. Os projetos individuais partem da experiência pessoal de cada autor, do conhecimento íntimo, usando o termo do geógrafo Yi-Fu Tuan em Space and Place: The Perspective of Experience (1977), impregnado da história pessoal de cada um, para o desenvolvimento de trabalhos que problematizam a relação entre a repetição, a circularidade e a experiência quotidiana; sobre os processos de reinvenção do espaço a partir da “amnésia do lugar”, sobre as escalas de representação da observação e da experiência ou sobre o papel da gestualidade na representação da paisagem.
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António Bracons, Aspetos da exposição, 2021
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António Bracons, Aspetos da exposição (vídeo), 2021
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A exposição “A Invenção da Amnésia”, de Nuno Miguel Andrade, Miguel Rodrigues e Fernando Brito, integrada no Ciclo de Exposições em Fotografia e Território 2021, programada por João Henriques, está presente no Centro de Estudos em Fotografia de Tomar – CEFT, na Casa dos Cubos, de 19 de junho a 28 de agosto de 2021.
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Nuno Miguel Andrade (1974, Lisboa).
Vive em Almada e trabalha em Lisboa, onde combina os seus projectos pessoais com o seu trabalho como arquitecto. Estudou fotografia na “Maumaus” entre 1993 e 1995 e no Atelier de Lisboa entre 2014 e 2016. Nos últimos anos tem vindo a desenvolver um trabalho de cariz documental, explorando os locais e as pessoas que habitam a cidade onde vive, tendo o rio Tejo como guia e elemento referência. O seu trabalho já foi exibido em Portugal , França, Finlândia e Índia. Em 2016 o trabalho “Ginjal” foi seleccionado para os encontros de fotografia de Braga e fez parte dos projectos expostos no festival. Foi finalista ao prémio da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, 2016, com o projecto “Maré Baixa” em em 2018 com o projecto “The Feeling of what Happens”. Em 2019 ganhou o prémio “Prix HSBC pour la Photographie”, publicou o seu primeiro livro e expôs o seu trabalho em várias cidades Francesas. Em 2020, cinco das suas fotografias foram adquiridas pela “Fondation de France” para integrar a sua colecção de fotografia contemporânea.
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Miguel Rodrigues (1978, Lisboa).
Doutorando em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes da Ulisboa desde 2017. Concluiu o Mestrado em Arte Multimédia pela mesma Faculdade (2018). Concluiu a Pós-Graduação em Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea no IPA/Atelier de Lisboa (2012). Frequentou a Licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da ULisboa (2001). Estudou Fotografia no Atelier de Lisboa com Bruno Pelletier Sequeira, Jem Southam, António Júlio Duarte e Federico Clavarino. Estudou também no Ar.Co e na APAF.
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Fernando Brito
Estudou fotografia na A.P.A.F. entre 1992 e 1994 ( Curso Profissional). Posteriormente no Atelier Imagem entre 2009/2011. Estuda no Atelier de Lisboa desde 2011 no qual desenvolveu quatro projetos fotográficos: STILL em 2011/2012 com José Pedro Cortes, AUGI# 12 com Paulo Catrica (2012), VÁRZEA com Daniel Malhão (2012/2013), NAS HORTAS com António Júlio Duarte (2013/2014) e CINEMA com Paulo Catrica (2014/2015). Pós-graduação na FBAUL, Discursos da fotografia contemporânea com o trabalho SINK, tendo como tutor João Tabarra.
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O projecto “Fotografia e Território”, promovido pelo CEFT – Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, iniciou-se em Novembro de 2020 através do lançamento do portal https://fotografiaeterritorio.ceft.pt/, o qual aspira ser uma referência para o arquivo de projectos com ligações ao território nacional, onde consta já um conjunto significativo de autores e trabalhos, que proporcionam um panorama diverso da fotografia portuguesa nessa temática. Procurando aprofundar as ligações, e transmitir conhecimento à comunidade fotográfica e ao público em geral, o CEFT – Casa dos Cubos apresenta em 2021 um Ciclo de Exposições em Fotografia e Território, com a programação de João Henriques, fotógrafo com ligações a Tomar, cidade onde nasceu, e onde também estudou, no Mestrado em Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar.
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Pode saber mais sobre este projeto, aqui.
Pode conhecer melhor no FF, a obra de Nuno Miguel Andrade aqui, de Miguel Rodrigues aqui e de Fernando Brito aqui e sobre o CEFT, aqui.
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