CRISTINA H MELO, LABORATÓRIO
Exposição no MUHNAC – Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na R. da Escola Politécnica, 56, em Lisboa, de 05 de abril a 5 de maio de 2019.
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Cristina H. Melo, Laboratório
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laboratório [lɐburɐˈtɔrju]. S. m. (Do lat. laborātum, supino de laborāre ‘trabalhar’ + suf. –ório) 1. Sala ou edifício especialmente apetrechado para o estudo experimental, a pesquisa em qualquer ramo da ciência ou para a aplicação de conhecimentos científicos com objectivos práticos, e onde se fazem experiências, análises, exames, testes, preparações químicas, medicamentos…
(Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia de Ciências de Lisboa, p. 2210, 2001)
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Aquilo que me atrai – constante em tudo o que faço – é, no fundo, essa coisa ao mesmo tempo complexa e simples a que chamamos ciclo vital.
Não é só ver indivíduos, plantas e objectos; é senti-los a fazer parte plena da cadência regular com que tudo se renova.
Da decomposição nascem flores, mas também elas, um dia, secarão.
Cristina H. Melo
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António Bracons, Aspetos da exposição, 2019
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Exposição no MUNHAC – Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na R. da Escola Politécnica, 56, em Lisboa, de 05 de abril a 5 de maio de 2019, conjuntamente com “Proximidade”, de José Manuel Costa Alves (aqui).
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Cristina H Melo nasceu em Lisboa, em Junho de 1962. Vive e exerce a sua actividade em Lisboa. Estudou psicoterapia no Reino Unido. Fundadora da Clinica ERA em Lisboa onde trabalhou vários anos. No final dos anos 90 deixa a Clínica e Portugal e viaja pelo mundo. Regressa a Portugal em 2001e frequenta o curso de desenho do SNBA e posteriormente dedica-se mais à pintura.
Nos seus últimos trabalhos utiliza cada vez mais a fotografia como meio experimental para uma técnica mista em que também trabalha com a colagem e decide tirar o curso profissional de fotografia no IPF, em Lisboa, para poder desenvolver com maior precisão os seus processos. Continuou os seus estudos de fotografia no Atelier de Lisboa. Tem exposto com regularidade, destacando-se e logo à tarde tudo será o mesmo?, Casa da Cultura, Setúbal (2016), Novos Trabalhos # 3, organização Atelier de Lisboa, Alcântara, Lisboa (coletiva, 2016), Não Era Meu, Mas Agora É, na Pequena Galeria, em Lisboa (2017), Não vejo um boi, com Flávio Andrade, Galeria Casa d’Avenida, Setúbal (2018).
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Pode conhecer melhor o trabalho de Cristina H. Melo aqui, ou no FF aqui.
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Cortesia da Autora.
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