ANTÓNIO BRACONS, EXPO’98. A PRESENÇA INTERNACIONAL – 2, 1998
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António Bracons, EXPO’98, Lisboa, 1998
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Os diversos países apresentam as suas riquezas culturais e naturais e sobretudo a sua ligação com o mar: barcos, artefactos, a história e a arte. Mostro mais algumas participações.
No Chipre, a cultura e a história são uma constante.
Das Comores, os tecidos tradicionais e na República Popular do Congo, as esculturas tradicionais em madeira.
Na Croácia mergulhamos na paisagem do Adriático, com os destroços de um antigo navio.
A paisagem de um cais das Filipinas, como fundo, mostra-nos um barco de velas coloridas.
Uma pista de gelo, para além de um antigo fato de mergulho e as tecnologias de navegação desenvolvidas pelos finlandeses.
A ‘Escalada em França’, leva-nos à relação do homem com o oceano: os diferentes ecossistemas do mundo, a pesca, a navegação, onde se recolhem instrumentos e onde alguns veleiros estão presentes através das suas figuras de proa, ainda as lentes de um farol.
Na Grécia aguarda-nos um barco antigo, de cento e cinquenta remos, que nos acompanha pela arte clássica e por um país moderno.
Entramos pela floresta na Guiné-Bissau numa piroga.
Um aparelho de tirar água, em madeira, que se aciona por andamento é-nos mostrado pela Hungria.
Na Itália, somos recebidos por uma baleia branca e pelo Pinóquio, partimos do porto de Génova, vamos pelo Renascimento até aos dias de hoje, aos barcos sofisticados, à tecnologia e à alta costura.
O Japão é sem dúvida uma das principais presenças, pelos laços que nos unem: os portugueses chegavam no séc. XVI a Nagásaqui. O primeiro jesuíta a pisar este solo, o padre Luís Fróis, apresenta-nos a vida diária neste porto e as mudanças provocadas pelos portugueses, destaque para a espingarda que veio a permitir a unificação do império do sol nascente. Presente ainda a colecção de conchas raras do imperador Hirohito e um conjunto de tartarugas animadas que nos falam da importância dos mares.
No Koweit e no Líbano, barcos regionais, em diferentes escalas.
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