ANTÓNIO BRACONS, “OLO, UM SOLO SEM S”, TEATRO DE FERRO, 2017

.

.

.

Este slideshow necessita de JavaScript.

António Bracons, “Olo, um solo sem S”, Teatro de Ferro, Vila Nova da Barquinha, 2017

.

.

.

O Teatro de Ferro, do Porto, apresentou no âmbito dos Caminhos do Ferro – Programação Cultural do Médio Tejo, entre 11 e 16 de abril, englobando os municípios de Abrantes, Entroncamento, Mação, Tomar e Vila Nova da Barquinha, neste último, a peça “Olo, um solo sem S”.

 

Sobre a peça, refere o Teatro de Ferro:

No início era eu e uma marioneta num espaço vazio. Era eu a descobrir o que esta marioneta era capaz de fazer. Com a insistência e a repetição, compreendi que era a própria marioneta que (se) estava a descobrir. Percebi então que este era um solo sobre um solo.

Esta peça de marionetas é animada por uma questão: será que é possível representar o que acontece quando nos fechamos sozinhos numa sala de ensaios, num atelier com o objectivo de criar uma coisa nova?

O que se descobre e o que se inventa nesta quimera? O que é que já lá estava? O que regista a caixa negra? Estaremos realmente sozinhos quando estamos em cena a solo? De que nos serve o que vivemos, lemos, sonhamos, desejamos, tememos… De que nos serve o que já foi feito por outros, noutros tempos e noutros lugares?

O assunto é demasiado sério, felizmente está em boas mãos – foi entregue a uma marioneta. Olo pode ser também o nome do homenzinho que observamos, como quem observa uma criança estranha que brinca com tudo e com nada. Um solo sem s  —  s de sujeito? S de suspeita? S de sombra? S de sonho? S de solo? de …$? S de quê?

O uno e o múltiplo, o um e o outro, mostrar e esconder, conter e ser contido, contar e ser contado, são algumas das ideias que percorremos nesta nova criação onde se adivinham ressonâncias provenientes de universos tão distintos como o de Jorge Luís Borges, Andrei Tarkovsky, Ágota Krystóf ou Heiner Muller, entre outros (…)

.

.

Encenação, Cenografia  e Interpretação – Igor Gandra

Música – Carlos Guedes

Desenho de Luz – Rui Maia

Assistência de Encenação – Carla Veloso

Vídeo de Cena: Conceito – Igor Gandra

Imagem e Edição – Riot Films

Manipuladores – Carla Veloso, Eduardo Mendes, Fátima Fonte e Hernâni Miranda

Montagem de Luz – Mariana Figueroa

Fotografia de Cena – Susana Neves

Direcção Técnica – Mariana Figueroa

Operação de Som – João André Lourenço

Realização Plástica – Eduardo Mendes e Hernâni Miranda

Confecção de Figurinos – Ana Ferreira.

.

.

Pode conhecer melhor o Teatro de Ferro aqui.

.

.

.