JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO, ARQUIVO E INTERVALO, 2017
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José Maçãs de Carvalho
Arquivo e Intervalo. Archive and Interval
Fotografia: José Maçãs de Carvalho / Ensaios: Ana Rito, José Bragança de Miranda, Pedro Pousada. Adelaide Ginga
Lisboa: Stolen Books / Março . 2017
Português e inglês / 12,6 x 21,0 cm / 200 págs + intercalares
Brochura
ISBN: 9789899981607
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Desde 2010 que José Maçãs de Carvalho se interessa pela matéria do Arquivo.
“Arquivo e Memória”, foi o seu projeto de investigação e dissertação de doutoramento em Arte Contemporânea, no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, em 2014.
O projeto foi iniciado em 2011 com a exposição “Arquivo #0”, no CAV, em Coimbra, continuado em “Arquivo e Alteridade”, na galeria VPF Cream Art, em Lisboa, “Arquivo e Nostalgia”, no atelier Concorde, em Lisboa e no Colégio das Artes, em Coimbra, em 2012; “Arquivo e Domicílio”, no Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico, em 2014, “Arquivo e Consignação”, na Casa das Artes de Miranda do Corvo, “Arquivo e Dispositivo”, no Centro de Arte de S. João da Madeira, “Arquivo e Melancolia”, no MNAC – Museu do Chiado, em Lisboa, “Arquivo e Vestígio”, na Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, 2016 (ver aqui) e “Arquivo e Democracia”, que agora se apresenta no MAAT, em 2017.
É neste âmbito que surge esta obra, “Arquivo e Intervalo”. Reúne textos de Pedro Pousada: “Arché e representação”, José Bragança de Miranda: “Reflexões sobre o anarquivo”, Adelaide Ginga: “Dois tempos” e Ana Rito: “On the move”.
Ana Rito é também a autora do ensaio final, “Legendas para Arquivo e Democracia”, sobre a exposição atualmente presente no MAAT, de que é a curadora.
Estes textos aproximam-se de quatro filmes de José Maçãs de Carvalho, “em torno da matéria do arquivo e que, de algum modo, também epitomam questões fulcrais da prática fotográfica e videográfica”. Estes textos “problematizam a substância do arquivo naquilo que ele tem de excesso, precariedade e esquecimento, mas também aquilo que o marca como lugar e temporalidade”, conforme refere o autor no início da obra.
Os quatro filmes, dos quais se incluem diversos film stills em folhas intercalares ao longo da obra são: “Arquivo e Nostalgia”, “Arquivo e Domicílio” , “Arquivo e Melancolia” e “Arquivo e Democracia”.
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José Maçãs de Carvalho, Arquivo e Intervalo, 2017
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José Maçãs de Carvalho é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, pela Universidade de Coimbra; Pós-Graduação em Gestão de Artes, do Instituto de Estudos Europeus de Macau; Doutorado em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, de que é vice-diretor e Professor no Departamento de Arquitetura. Artista Plástico, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Oriente, Instituto Camões, Centro Português de Fotografia e Instituto das Artes/ DGartes.
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António Bracons, Aspetos da sessão de apresentação do livro, MAAT: “mesa”; José Bragança de Miranda e Gonçalo M. Tavares, Ana Rito, Pedro Pousada, Adelaide Ginga e José Maçãs de Carvalho, 2017.03.18
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O livro foi apresentado no MAAT, em 18.03.2017, por José Bragança de Miranda e Gonçalo M. Tavares, contando com a presença de Ana Rito, Pedro Pousada e Adelaide Ginga, por ocasião da exposição “Arquivo e Democracia”, patente de 7 de fevereiro a 24 de abril de 2017 (ver aqui).
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