ANTÓNIO BRACONS, MOSTEIRO DE ODIVELAS, IGREJA, 2016

 

 

 

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António Bracons, Mosteiro de Odivelas, Igreja, 2016

 

 

 

O Mosteiro de São Dinis e São Bernardo ou Mosteiro de Odivelas foi fundado no final do século XIII, por D. Dinis, para a Ordem de Cister.

A igreja é a primeira construção do Mosteiro. Da construção gótica inicial restam apenas alguns troços dos claustros e a cabeceira da igreja, com o portal lateral sul, constituída pela abside e capelas laterais.

Na sequência do terramoto de 1 de novembro de 1755 ficou bastante danificado, ruindo o corpo da igreja, que foi reconstruído, tendo 72 m de comprimento, cortado a meio pela grade que separa a parte do povo da das monjas.

Com a lei de expulsão das Ordens Religiosas, o mosteiro sobrevive até à morte da última monja. No início do séc. XX é adaptado para o Instituto de Odivelas, escola interna para as filhas de militares, há alguns anos aberto a outras meninas, que aqui funcionou de 1902 a 2015. Nas obras de adaptação, a igreja é cortada a meio, sendo a parte posterior transformada para outras utilizações e perdendo-se a riqueza da decoração dos vários altares e capelas que possuía.

Entramos a partir do mosteiro pela porta encimada pelo escudo de Portugal. A igreja é ampla, possui alguns altares laterais e diversas pinturas.

O altar-mor é simples, a estrutura gótica acolhe um crucifixo sobre o sacrário, recente.

Em 2005 é remodelado e colocado no ambão o baixo-relevo alusivo a São João Baptista, proveniente de um antigo altar lateral da igreja dedicado àquele santo, na parte suprimida da igreja e é colocada uma imagem de Nossa Senhora, em alabastro.

Na capela absidial do lado do Evangelho (esquerdo de quem olha de frente) localiza-se o túmulo D. Dinis e na capela do lado da epístola encontra-se um túmulo (vazio) que se pensa ter sido de D. Maria Afonso, filha de D. Dinis.

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Pode conhecer mais sobre o Mosteiro de Odivelas aqui e aqui.

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