ANTÓNIO BRACONS, FELIZ NATAL!, 2016
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António Bracons, Presépio(s), 2016
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No princípio já existia o Verbo;
o Verbo estava com Deus;
e o Verbo era Deus.
No princípio Ele estava em Deus.
Por Ele é que tudo começou a existir;
e sem Ele nada foi criado.
Nele estava a Vida
e a Vida era a Luz dos homens.
O Verbo era a Luz verdadeira,
que, ao vir ao mundo,
a todo o homem ilumina.
a todos os que O receberam,
aos que crêem nele,
deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
E o Verbo fez-Se homem
e habitou entre nós,
e nós vimos a sua glória,
a glória que Lhe vem do Pai.
como Filho Único,
cheio de graça e de verdade.”
Jo 1, 1-5, 9, 12, 14
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Natal!
Comemora-se o nascimento de Jesus, há mais de dois mil anos, numa pequena gruta, em Belém da Judeia.
O Presépio terá sido montado pela primeira vez por S. Francisco de Assis, em 1223. Desde então a representação do nascimento de Jesus, sobretudo a Sagrada Família: Jesus, Maria e José, tem sido efetuada ao longo das gerações e em todo o mundo, nos mais diferentes materiais, tantas vezes de acordo com as tradições e representações locais, muitas vezes complementada com outras figuras: os Reis Magos, os pastores, figuras típicas de profissões ou atividades…
Pequenos Presépios com diferentes origens marcam em tantas famílias no Natal e ao longo do ano a presença de Jesus: desde a simples imagem do Menino à da Sagrada Família, nos mais diversos materiais: artesanato português e a presença de Jerusalém, África e da América do Sul…
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FELIZ NATAL!
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