ANTÓNIO BRACONS, LOYOLA 91, LOYOLA, BASÍLICA. PARTIDA, 01.08.1991
Encontrar Deus em todas as coisas.
Uma última visita à Basílica de Santo Inácio.
O Santuário e a Basílica de Loyola foram construídos próximo da Casa Natal de Santo Inácio, cedida à Companhia de Jesus no séc. XVII.
A basílica foi traçada pelo arquiteto italiano Carlo Fontana, inaugurada em 1738 e consagrada em 1888 e 1889. Construída em estilo barroco, tem planta circular de 33 m de diâmetro, rodeada por 8 arcos de tamanhos diferentes e uma cúpula semi-esférica de 20 m de diâmetro e com uma lanterna de 15 m, atingindo 65 m de altura. O acesso á basílica faz-se por uma escadaria monumental e um pórtico de 3 vãos.
Sobre a entrada, o escudo dos Bourbons, reinado em que a mesma foi concluída; sobre o pórtico, a estátua de Santo Inácio.
No interior, num dos altares, a estátua em prata de Santo Inácio, erigida em cumprimento de un voto da Real Companhia Guipuzcoana de Caracas, foi realizada em Roma em 1741 por Francisco de Vergara e executada pelo alemão Josep Bauer (que assinou como Giuseppe Agricola com marca “GA”), foi colocada no altar em 1758.
Além deste, outros 6 altares são dedicados: ao Sagrado Coração de Jesus, à Virgem do Patrocínio e aos jesuítas espanhóis: S. Francisco Xavier; S. Francisco de Borja; S. Alonso Rodríguez e S. Pedro Claver.
O conjunto ocupa a área de 25 ha, com um vasto jardim. Engloba ainda um Museu de Arte Sacra, uma ampla biblioteca, hospedaria do séc. XVIII, atualmente Centro Arrupe, em homenagem ao Padre Geral da Companhia entre 1965 e 1983, Casa de Retiros, Centro de Espiritualidade, albergue para jovens e outros serviços.
É dia de regressar.
Os autocarros levam-nos até Irun, onde cada um aguarda o seu transporte.
Espera-nos 14 horas até Coimbra, tanto como outros até meio de França…
As despedidas, troca de contactos. Abraços. E música…