FRANCISCO GOMES, VIA-SACRA PARA CRENTES E NÃO-CRENTES, 2015

 

 

 

 

Paulo Pereira da Silva, José Luís Nunes Martins

Via-Sacra para Crentes e Não-Crentes

Fotografia de Francisco Gomes, texto de Paulo Pereira da Silva, José Luís Nunes Martins

Apelação: Paulus Editora / 2015

Português / 14,0 x 14,0 cm / 88 pág.

Brochura

ISBN: 9789723018592

 

 

ViaSacra-crentes-e-nao-crentes (1)

 

 

A Via-Sacra é uma devoção que remonta ao século XIV, originalmente evocando a subida de Jesus ao Calvário, que os peregrinos faziam em Jerusalém; eram realizadas em colinas ou montes, com os episódios da sua paixão e morte.

Mais tarde, estabeleceram-se 14 estações, meditações centradas nos passos de Jesus, desde a prisão até à deposição no túmulo. No século XVIII começaram a colocar-se dentro das igrejas 14 cruzes ou figuras, para que os fiéis sigam a Via-Sacra ou ‘Via Crucis’, como também é conhecida, voltando-se para a estação contemplada; no entanto este percurso de oração e meditação continua a realizar-se nas ruas das cidades, vilas e aldeias, particularmente durante a Quaresma, sendo uma das mais conhecidas a que o papa preside em Roma, junto às ruínas do Coliseu.

Especialmente rezada e meditada durante a Quaresma, esta expressão de religiosidade cristã, que tem as suas referências nos Evangelhos, admite uma adaptação flexível, nos seus conteúdos, à espiritualidade de cada comunidade.

 

Seguindo as 14 estações clássicas, esta é uma Via-Sacra simples e original. Para cada uma das estações os autores prepararam duas reflexões: uma para crentes e outra para não crentes. José Luís Nunes Martins e Paulo Pereira da Silva apresentam-nos assim um olhar diferenciado sobre o caminho da cruz feito por Cristo. Com esta obra pretende-se lançar um desafio para que cada leitor dialogue consigo mesmo, num percurso interior onde se busque e se encontre. Um caminho profundo, pessoal e íntimo em busca do sentido do Amor.”

Nota do editor.

 

Francisco Gomes (1979) é geógrafo, professor e fotógrafo, a escalada, o surf e o teatro são atividades presentes na sua vida, rica em diversidade e encontros.

Gomes fotografa encenações elaboradas para cada uma das estações. Um pano entre o fotógrafo e a cena fotografada, como um véu, cria uma imagem estilizada, espiritualizada, não direta, não mostra tal e qual é, mas cria o ambiente de sugestão e reflexão, de ‘composição do lugar’, de oração.

 

 

 

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Francisco Gomes, Via-Sacra para crentes e não-crentes, 2015