ANTÓNIO BRACONS, CABO CARVOEIRO, PENICHE, 2015 – I

 

 

 

O Cabo Carvoeiro num dia luminoso.

O céu limpo, sem nuvens, o sol radioso, não há neblina nem nevoeiro. O olhar prolonga-se por todo o horizonte, de arribas rochosas, de praia e de mar, estende-se até às Berlengas e mais além.

As arribas são quase verticais, esculpidas pelo vento e pelas marés.

O mar tem um azul esverdeado que se transforma num azul intenso e profundo.

Vem um barco de pesca. Um bando de gaivotas acompanha-o: o peixe que não interessa para a lota é lançado ao mar, um verdadeiro manjar.

A Nau dos Corvos destaca-se no mar, sobrevive aos restantes elementos, qual torre de menagem, vigia conjuntamente com as Berlengas, ao longe.

 

 

 

 

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