ANTÓNIO BRACONS, OLIVEIRA: A PAZ

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António Bracons, Oliveira, Dezembro 2014

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A oliveira (Olea europaea L.) é uma das árvores mais cultivadas em toda a região do Mediterrâneo. Desde tempos imemoriais que a oliveira é estimada e cuidada: do seu fruto, a azeitona, obtém-se o azeite, que os homens do final do Neolítico aprenderam a extrair, gordura por excelência: para a alimentação, alumiar, curar e até utilizado para defesa.

O seu nome deriva do latim “oliva”, que por sua vez vem do grego λαία (“eléa”), a partir de grego micênico e-ra-wa (“elaiva”), “óleo”.

A oliveira foi cultivada e estimada por cretenses, gregos, romanos, e todos os povos e culturas mediterrânicas; é referida na Bíblia em várias citações.

Árvores pequenas, relativamente baixas, os troncos não muito grossos, retorcidos, abertos por vezes em vários pontos, de várias dezenas ou mesmo centenas de anos. Algumas chegam a viver milhares de anos, havendo vários exemplares notáveis no nosso país.

Em qualquer ponto de Portugal, onde se estende um campo de cultivo, é fácil encontrar oliveiras. E é também uma árvore de jardim, pela sua beleza e graciosidade.

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A oliveira, por ser querida por todos os povos, é associada à paz.

Hoje, Dia Mundial da Paz, a oliveira.

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Feliz Ano de 2015!

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