FELIZ NATAL!, 2014

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António Bracons, Presépio tradicional português, 2014

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“Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria.

Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida.

E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria.

Na mesma região encontravam-se uns pastores que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor refulgiu em volta deles; e tiveram muito medo. O anjo disse-lhes: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.»

De repente, juntou-se ao anjo uma multidão do exército celeste, louvando a Deus e dizendo: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados.»

Quando os anjos se afastaram deles em direção ao Céu, os pastores disseram uns aos outros: «Vamos a Belém ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer.»

Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoura. Depois de terem visto, começaram a divulgar o que lhes tinham dito a respeito daquele menino. Todos os que ouviram se admiravam do que lhes diziam os pastores. Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração.”

                                                                    Lc. 2, 1-19

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O presépio é a representação do nascimento de Jesus.

As figuras de barro de Barcelos, coloridas de cores vivas e alegres, ao espírito minhoto, refletem os ofícios tradicionais, dos trabalhos da terra e da vivência do dia-a-dia: de cultivar a terra e colher, de levar a cesta dos produtos colhidos no campo ou da merenda, do pescador e da lavadeira, do sapateiro, do moleiro e dos moinhos que moem os cereais, dos padeiros que amassam ou cozem o pão…  E os pastores, com as suas ovelhas… Os músicos, que sublinham e alegram os momentos festivos…

E os três Reis Magos, vindos do Oriente.

Todos vêm adorar o Menino.

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FELIZ NATAL!

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