PRETO MAGAZINE
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Preto Magazine, n.ºs 1 a 10 (capas, a n.º 10 tem 3 capas siferentes)
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A Preto Magazine chegou ao número 10!
Dois dígitos, uma marca no seu percurso.
A este propósito, Fábio Miguel Roque fala deste projeto ao Fascínio da Fotografia:
“Preto gosta de apresentar, conhecer e conectar fotógrafos nesta sua reveladora revista de fotografia. Mostrando assim uma mistura baseada nas fotos dos artistas convidados, numa nova história surpreendente. Nesse sentido, Preto não é um portfólio. Não há tema ou texto, as imagens e as suas justaposições nas páginas contam a história para o leitor por si só”.
Foi sob este mote que nasceu a Preto Magazine no final de 2016, na altura, ainda como um projecto independente, mas inserido na The Unknown Books. A ideia surgiu com o término do Preto Collective, um grupo que englobava nove fotógrafos e artistas europeus, e pela mão de apenas dois deles, Peter Oey e Fábio Miguel Roque.
Inicialmente e, de certa forma ainda hoje, o projecto sempre foi desenhado, sem quaisquer ambições e/ou tentativas de se inserir no mercado mais mainstream, a ideia sempre foi, explorar um nicho, e ao mesmo tempo haver um boa dose de desafio e satisfação com o processo em si.
Também de forma muito prematura, percebemos que o nosso conceito de publicação estava de algum modo a ser pioneiro, em contraponto com a generalidade das revistas que apresentam trabalhos e/ou artigos por capítulos e/ou portfólios, a ideia aqui sempre foi outra; de certo modo desconstruir os trabalhos dos artistas convidados a cada edição, e criar novas narrativas visuais com as suas imagens, sem textos, sem justificações, sem ruído.Ao final de cinco edições, o principal impulsionador do projecto, resolveu desistir e de algum modo houve um revés, no entanto, face a remodelação interna e a um upgrade de conteúdos, a revista chegou agora ao seu expoente máximo e à décima edição.
Nestas mesmas dez edições, apresentamos trabalhos de pessoas como Gaël Bonnefon, Gabrielle Duplantier, Igor Posner, Stéphane Charpentier, Jean-Marc Caimi & Valentina Piccinni, Mariana Rocha, Max Pam, Lorenzo Castore, Yusuf Sevincli, Jacob Aue Sobol, Cato Lein, Chris Shaw, Jehsong Baak, Magnus Cederlund, Miguel Oriola, Emi Anrakuji e JH Engström, entre outros.
A revista é actualmente desenhada e editada por Fábio Miguel Roque.
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Diversos autores apresentados nos últimos números: Jacob Aue Sobol, Lorenzo Castore (1-2) e Yusuf Sevinçli (n.º 8) – Jehsong Baak, Magnus Cederlund e Miguel Oriola (n.º 9) – JH Engstrom, Mariana Rocha e Max Pam (n.º 10)
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Fábio Miguel Roque (1985) é fotógrafo, editor e curador, nasceu em Lisboa e vive actualmente em Sintra, Portugal. No seu trabalho, podemos distinguir uma clara dualidade entre a fotografia documental, mas também e sobretudo, a exploração de caminhos mais pessoais.
Fez grande parte dos seus estudos no IPF, Instituto Português de Fotografia, entre 2004 e 2007, mas também diversos workshops noutras instituições, entre eles História da Fotografia Contemporânea na Ar.Co.
Trabalhou como fotojornalista no início da sua carreira, mas por diversos motivos, decidiu focar-se em diferentes assuntos.
Nos últimos anos, realizou várias exposições tanto individuais como colectivas, tanto em Portugal como noutros países: Estados Unidos, Itália, Espanha, Alemanha, Bulgária e Polónia. Foi também selecionado para vários prémios e festivais, nacionais e internacionais. Do seu trabalho resultaram várias obras, livros e pequenas publicações, entre elas: “Hometown”, “South”, “I found fireflies in my dream, talking to a strange, drunk and dead man!”, “Awaken” e “Origin”.
É representado pela galeria italiana, The Bid Art Space, de Pesaro.
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Pode conhecer mais sobre a obra de Fábio Miguel Roque no Fascínio da Fotografia aqui e no site do autor, aqui.
Pode conhecer mais sobre a Preto Magazine (e outras edições) aqui.
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Cortesia de Fábio Miguel Roque.
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