ANTÓNIO BRACONS, RIALTO, VENEZA, 2019
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António Bracons, Rialto, Veneza, 08.2019
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Chego à zona de Rialto. Deixo para trás a Igreja de S. Giovanni Elemosinario, e a sua torre alta e, logo depois do mercado de Rialto, o Palazzo dei Camerlenghi e começo a subir a Ponte de Rialto. Desenhada por Antonio da Ponte, e construída entre 1588 e 1591, substituindo as anteriores neste local, é a mais antiga sobre o Grande Canal.
Um corredor central, ladeado por lojas de luxo. e dois exteriores, um de cada lado, permitem uma visão única e ampla sobre o Grande Canal.
De um lado e do outro do Grande Canal, edifícios notáveis, não fosse aquela a artéria principal e a mais visível da cidade. Para a esquerda, o já referido Palazzo dei Camerlenghi, em frente, a Fundação dei Tedeshi. Um pouco afastada, a torre da Igreja Paroquial dos Santos Apóstolos ressalta na paisagem.
Do outro lado, continuam os ricos palácios que confluem ao longo do passeio-cais, onde aportam as gondolas e os vaporetos, para além dos pequenos barcos privados.
O número de janelas é imenso e dá uma visão única. Serviriam para deixar entrar a luz e o sol e para ver o movimento do Grande Canal.
Continuo pelas ruas, depois de uma passagem, a imagem de Santo António (de Lisboa e de Pádua) e a ponte do mesmo nome, detenho-me a olhar o canal e a gondola que passa, prossigo até à Praça de S. Marcos. Ao lado do Patriarcado de Veneza, ergue-se a grande Basílica.
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