ANTÓNIO BRACONS, VENEZA, 1988
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António Bracons, Veneza, 1988
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Ao fim da auto-estrada, o parque e o cais do vaporetto que percorre o Grande Canal.
O Grande Canal envolve grande parte da cidade e abre-se em canais mais estreitos que serpenteiam entre os edifícios e os ligam através de pequenos cais. As pontes sucedem-se e tantos edifícios de um e outro lado.
Entardece e chove uma chuva ligeira.
Descemos na Praça de S. Marcos. A iluminação, entrecortada da arcada, reflete-se na grande Praça quase deserta. Entrando na cidade, múltiplos edifícios e lojas, as máscaras de Carnaval não faltam.
Prossigo pelas vielas estreitas, pequenas pontes com degraus ultrapassam os canais, permitindo que as gondolas os atravessem.
Anoitece. Continua a chover. Os poucos candeeiros deixam ver a cidade.
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