ANTÓNIO BRACONS, ENTRANDO NO MAAT, LISBOA, 2016
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António Bracons, MAAT, Lisboa, Out. 2016
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As linhas curvas e brancas, dos mosaicos e das pedras do novo MAAT, contrastando com as linhas retas e escuras da Central Teja, conduzem-nos à sua boca, à entrada para o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, “colocado em toda a extensão da luz”…
No reflexo do seu revestimento escamado a mosaico, percebemos quem está já no seu interior. Para fora, o Tejo na sua extensão.
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